<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798</id><updated>2011-07-14T20:34:34.145-04:00</updated><title type='text'>Lorde Castlereagh</title><subtitle type='html'>Robert Stewart foi um político Anglo- Irlandes e representou o Reino Unido no Congresso de Viena. Em 1807, se tornou Secretário de Estado para Guerra e as Colônias e, em 1812, Secretário das Relações Exteriores. Foi ele quem propos, no referido congresso, uma forma de segurança coletiva e colaborativa, chamado então de Sistema de Congressos. 
  (Wikipedia)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dominique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18067597834368032699</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111939891944759036</id><published>2005-06-21T20:07:00.000-04:00</published><updated>2005-06-21T20:08:39.450-04:00</updated><title type='text'>O viés humanitário de vossa majestade.</title><content type='html'>The London morning sentinel&lt;br /&gt;Berlim, 3 de dezembro de 1885: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há uma semana, em Berlim, estiveram reunidos representantes das principais potências em uma conferência convocada pelo chanceler Otto Von Bismarck.  A principal intenção de tal reunião fora promover um debate acerca do desenvolvimento dos povos africanos e quais as maneiras a serem adotadas para alcançar tal objetivo.  Ponto este que foi enfatizado pelos nossos representantes, argumentando que não visavam defender meramente os interesses britânicos em territórios africanos, mas sim zelar pelo bem da civilização como um todo, pois, trata se de ume questão humanitária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No decorrer da conferência, nossos gloriosos representantes, após atrito com o Rei Leopoldo II, da Bélgica, no que se refere as injustas taxas alfandegárias, apresentaram com muita eloqüência nossa proposta juntamente com o  representante português.  Tal proposta, a de enviar uma missão internacional, a fim de garantir a livre circulação de mercadorias no território e verificar as denuncias sobre os supostos abusos humanitários. Como afirmou um representante inglês: “O Congo não pode virar uma fazenda pessoal do Rei Leopoldo II”. A Inglaterra é a favor do controle do território africano para garantir o progresso e o desenvolvimento dessa raça inferior, visto que essa é uma missão outorgada por Deus a nós que somos o ícone representante do desenvolvimento ocidental. Por outro lado, a França, tentou sabotar o debate desviando a atenção dos participantes para os seus interesses coloniais no norte da África. Os EUA, inacreditavelmente, apoiaram de forma veemente a posição do Rei Leopoldo II de dar prosseguimento às táticas racistas retrógradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao fim da reunião, o Rei Leopoldo II encontrando em uma situação diplomática bastante delicada, tentou, em vão, “mover uma moção” para a “votação de um documento provisório” de um possível futuro acordo em que as outras potências ingenuamente os deixassem gerir a questão africana da maneira que melhor os convir. Os hábeis representantes dos demais países ali presentes, com exceção dos EUA, não se deixaram levar por esta inacreditável retórica. Para nós ingleses, a solução seria o desenvolvimento de políticas claras e concretas como a supracitada missão internacional, e o fim da escravidão e abusos que visem o desenvolvimento econômico e social da população africana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111939891944759036?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111939891944759036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111939891944759036' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111939891944759036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111939891944759036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/06/o-vis-humanitrio-de-vossa-majestade_21.html' title='O viés humanitário de vossa majestade.'/><author><name>Carlos Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17245465896625916551</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111897517528180688</id><published>2005-06-16T22:21:00.000-04:00</published><updated>2005-06-16T22:29:27.883-04:00</updated><title type='text'>Nova Era Mundial Segundo Perspectivas Distintas</title><content type='html'>(Comparação entre Barraclough e Mayer)&lt;br /&gt;   Na opinião de  G. Barraclough, a Europa deixou de ser o centro da política mundial após a Segunda Grande Guerra, conhecendo sua decadência, devido a diversos fatores, dentre eles: seu desgaste durante as Guerras Mundiais, sua fragmentação política, a concentração de poder dos países extra-europeus como Rússia e EUA e os conflitos na Ásia e no Pacífico. A ascensão das duas superpotências antagônicas após o conflito, desembocou na Guerra Fria. A Europa deixou de ser o palco das decisões mundiais e o velho sistema de equilíbrio de âmbito europeu passou à mundial.  Os chamados flancos, blocos continentais se estabilizaram em um mundo em que já não existiam áreas de livre manobra. Abre-se caminho para uma nova era mundial, que esteve em processo de andamento durante o século XIX. Segundo Arno Mayer, a as Guerras Mundiais também têm papel de divisores de águas no cenário internacional, visto que representaram o processo final de queda do Antigo Regime. Segundo essa perspectiva, a Segunda Guerra Mundial nada mais é do que a continuação da Primeira Guerra Mundial, e ambos seriam conflitos análogos à Guerra dos Trinta Anos no século XX. Tais guerras representavam uma reação do Antigo Regime ao capitalismo industrial. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;   Para Mayer, o que possibilitou a sobrevivência do Antigo Regime por tanto tempo, foi a sua possibilidade de mutação, o que permitiu que impregnasse toda a Europa, com seus legados do feudalismo. Apesar da perda de alguns cargos políticos, souberam como contaminar as demais classes com seus valores, mantendo assim influência. As classes dirigentes basicamente aproveitavam-se das vantagens econômicas oferecidas pelo capitalismo, mas cultivavam os valores do Antigo Regime. Como o autor diz, citando termos de Gramsci, havia uma “simbiose ativa entre os dois estratos da sociedade”. Conseguiram manter-se no poder graças à concessões feitas aos interesses burgueses. A influência da nobreza era assegurada nas escolas de elites, onde quem ascendesse financeiramente deveria enviar seus filhos. Assegurava-se também na manutenção dos cargos ditos de alto-escalão à nobreza. A nobreza também teve que adotar práticas capitalistas, tornando-se patrões e utilizando-se mesmo de lobbies. Houve o chamado aburguesamento dos governantes europeus, esses, contudo, não adotaram métodos que pudessem ameaçar sua posição social tradicional. Assim, não houve um reconhecimento de classe por parte dos burgueses, pois esses se entregaram a um desejo de um dia tornarem-se nobres. Patrocinaram os feitos da antiga nobreza, dando força aos seus signos, ao invés de incitar o modernismo, com apoio do Estado. O único ato isolado antes das Grandes Guerras que visava desestabilizar o Antigo Regime foi a Revolução Francesa, que as nobiliarquias souberam manipular.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;   Para Barraclough,  partilha da África demonstrou a passagem da política do equilíbrio de poder do âmbito europeu para o global. No caso do Extremo Oriente, diferentemente da África, havia países extra-europeus muito interessados em suas questões, tais como Japão, Rússia e EUA, potências que possuíam influência no Pacífico. Tais disputas no Oriente, marcadamente entre 1898 e 1905,  incitaram a rivalidade entre EUA e Rússia, mais tarde URSS, futuros atores da Guerra Fria. Os acontecimentos no Oriente marcaram o fim da ligação entre as questões européias e mundiais; a Guerra Russo-Japonesa, especialmente, demonstrou que a Europa já não possuía total poder de decisão. Contudo, a hegemonia européia ainda não estava completamente desacreditada, o otimismo devia-se: a revolução industrial e tecnológica em curso na Europa e a possível  restauração do sistema europeu através do novo Império Alemão. Além de a Alemanha nunca ter conseguido atingir o patamar as potências mundiais, a industrialização e as descobertas tecnológicas estavam em ritmo acelerado na Rússia e EUA, chegando a ultrapassar os europeus; provando que o otimismo europeu não possuía bases reais. A ameaça alemã fez com que a Inglaterra voltasse seus olhos para a Europa, perdendo o controle de seus interesses mundiais, não conseguindo contrabalança-los com os seus interesses europeus. Com a volta da velha política européia de poder, pode-se dizer que a Primeira Grande Guerra resultou das rivalidades européias cultivadas há tempos, ou seja, a Guerra inicialmente não era mundial, e sim, européia. Pode-se dizer também, que a Guerra foi uma resposta alemã ao surgimento de potências extra-européias, pois objetivara o estabelecimento de Reich´s na Europa e na África. Assim, apesar de a guerra iniciar-se em solo europeu, essa foi mundial em termos de visão e objetivos. A implicação mais significativa da guerra, na Europa, foi acabar com a política de equilíbrio europeu.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;   Com a progressiva queda das forças de resistência da Europa, do ancien regime, os obstáculos para execução do projeto industrial foram sendo vencidos. As instituições representantes dessa antiga elite expressavam valores autoritários e hierárquicos, visivelmente expressos na Europa. No período entre 1905 e 1914, houve um remanejamento de forças para a sua manutenção de poder, ativando tensões que culminaram na Primeira Guerra Mundial, e então desembocaram na Segunda Guerra. Porém, os empecilhos europeus foram vencidos tardiamente. Ao fim da Grande Guerra, a Europa estava arrasada e foi facilmente superada pelos países não europeus, tanto industrialmente quanto em questões de oportunidades. Após a Revolução Russa, em 1917, tornou-se visível a divisão do mundo em dois blocos antagônicos. Contudo, tanto a política americana quanto a soviética rejeitavam o sistema internacional regente. As duas potências utilizaram-se do mesmo método de apelar ao mundo, tornando-se concorrentes. Os ideais leninistas de revolução mundial receberam como resposta os Quatorze Pontos de Wilson, opondo-se a rebeldia contra o imperialismo e a união do proletário com princípios como a autodeterminação e o voto do homem comum. Apesar das tentativas do Japão de Tojo e da Alemanha de Hitler, a primazia continuava a ser soviética e americana. Assim, a ascensão da  Rússia e dos EUA e a decadência européia iniciam uma nova era mundial, na qual Barraclough acredita estar inserido.Em relação à Nova Era Mundial, a diferença fundamental de suas concepções é que para Mayer acredita que essa Nova Era foi possibilitada, principalmente, pela queda das potências européias, enquanto Barraclough acredita que essa  foi possibilitada, sobretudo, pela ascensão de novas potências independentes dos acontecimentos europeus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111897517528180688?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111897517528180688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111897517528180688' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111897517528180688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111897517528180688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/06/nova-era-mundial-segundo-perspectivas.html' title='Nova Era Mundial Segundo Perspectivas Distintas'/><author><name>Amanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12999357780078703859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111887719159804387</id><published>2005-06-15T20:13:00.000-04:00</published><updated>2005-06-15T19:13:11.603-04:00</updated><title type='text'>"O dia das pequenas nações já passou há muito, chegou o dia dos Impérios"</title><content type='html'>1-Uma frase de G. Barraclough resume a diferença entre as duas Revoluções Industriais: “o fator primordial de diferenciação, separando a primeira idade da segunda, foi o impacto do progresso científico e tecnológico na sociedade, quer nacional, quer internacional”. A Primeira Revolução Industrial, mais do aprimorar os meios produtivos já existentes, formou um novo meio de produção, que saiu do seio familiar e do campo; instaurou a produção em larga escala e consequentemente começou a procurar mais consumidores. A Segunda Revolução, foi mais avassaladora em suas conseqüências, que configuram o mundo mais próximo do que conhecemos hoje.As indústrias criaram necessidade de matérias-primas vindas de todo o globo, os grandes conglomerados industriais se formaram e a urbanização ganhou proporções muito maiores. Essas transformações finalmente tiveram peso na vida das massas. Sobre elas, Barraclough diz que foram o “divisor de águas entre s História moderna e a contemporânea”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- O imperialismo deve ser analisado como fenômeno complexo que envolve novidades como capital financeiro, trustes, cartéis, monopólios, e vai muito além da política externa. Ter colônias tornou-se fundamental para uma potência, mas numa lógica diferente da mercantilista, a capitalista. Pode-se dizer que o fundamento de Adam Smith e David Ricardo foi abandonado de um lado, porque o Estado voltou a intervir na economia e a livre-concorrência foi afetada; e confirmado em outro, no de que cada país acabaria se especializando na produção, o que foi verdade pelo menos para a periferia. Hobsbawn discute a diferença entre sua análise e a de antiimperialistas, inclusive Lênin, que enfatiza o que já era de se esperar dado o materialismo histórico, a preponderância da economia. Lênin revela as características chave do fenômeno destacando a conseqüência dele para a luta de classes. Hobsbawn descreve todas as esferas envolvidas, embora admita uma maior influência da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO: Espero que tenha ficado clara nas duas respotas a relação muito próxima que há entre os dois fenômenos, a Segunda Revolução Industrial e o imperialismo, sendo muito difícil identificar quando começa um e termina o outro. As drásticas mudanças trazidas pela Segunda Revolução Industrial criaram necessidades que foram saciadas pelo imperialismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111887719159804387?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111887719159804387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111887719159804387' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111887719159804387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111887719159804387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/06/o-dia-das-pequenas-naes-j-passou-h.html' title='&quot;O dia das pequenas nações já passou há muito, chegou o dia dos Impérios&quot;'/><author><name>Anna Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16361145885475300888</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111852677133570768</id><published>2005-06-11T17:52:00.000-04:00</published><updated>2005-06-11T17:52:51.340-04:00</updated><title type='text'>2a. Revolução Industrial</title><content type='html'>Responda as questões abaixo e responda até QUARTA-FEIRA 15/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diferencie a 1a. da 2a. Revolução industrial enfatizando o impacto de ambas na configuração do Sistema Internacional (G. Barraclough).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defina Imperialismo, e discuta as definiçÕes de Lênin e Hobsbawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMITE: 1 paragrafo cada questão e mais um parágrafo de conclusão relacionando ambas as questões. Máximo de 15 linhas cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111852677133570768?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111852677133570768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111852677133570768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/06/2a-revoluo-industrial.html' title='2a. Revolução Industrial'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111817681277676219</id><published>2005-06-07T16:37:00.000-04:00</published><updated>2005-06-07T16:43:19.346-04:00</updated><title type='text'>O Impacto das Unificações Tardias:</title><content type='html'>(Resenha: A Europa antes e depois de Bismarck)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o desgaste do Sistema de Metternich, a política internacional ganhou um novo feitio. A &lt;em&gt;raison d´etat&lt;/em&gt; do Cardeal Richelieu perdeu lugar para o termo alemão &lt;em&gt;Realpolitik&lt;/em&gt;, elaborado por Otto Von Bismarck, usado para designar a política sem restrições de equilíbrio de poder, em que nas relações entre os países, o poder bruto dita as regras. A moralidade ditada pelo Sistema de Metternich e o conceito de que os Estados se aproximavam graças à congruência de opiniões entre os líderes, perderam importância após a Guerra da Criméia. Dentro de tal contexto, os franceses perderam sua posição de importância para a Alemanha. O papel da França foi essencial para a concretização de tais acontecimentos. A França esteve ao lado do nacionalismo italiano enquanto este se manifestou no norte da Itália, guerreando com a Áustria, em 1859. Esperava-se que a Itália seria um país forte no futuro. Em troca da unificação italiana, receberiam como recompensa Nice e Savóia. A Inglaterra considerou tais anexações francesas ao fim do conflito um recomeço de conquistas napoleônicas e não apoiou as iniciativas de Napoleão para estabelecer um Congresso Europeu. A Prússia soube aproveitar tal desordem européia para iniciar planos concretos de unificação, Bismarck considerava que a Guerra enfraqueceria o papel da Áustria na Alemanha. Além disso, o Imperador tentou convencer a Rússia a conceder o reivindicado pelos rebeldes poloneses, o que foi rejeitado. Então, apoiou a Revolução Polonesa, causando mal-estar com o Tzar, desistindo somente quando isso representou perigo para a França. A Guerra Austro-Prussiana foi estimulada pela França, que estava certa da derrota da Prússia. Permanecendo neutra, esperava os “prêmios” que receberia da Prússia em troca, como a aceitação da conquista francesa da Bélgica. Com a vitória prussiana, restou ao país o papel de mediador. Logo depois, Napoleão provocou o rei prussiano pedindo garantias de que o trono espanhol não seria ocupado por sua dinastia, Rei Guilherme, negou-se. Através das alterações feitas por Bismarck nos despachos do Rei, a opinião pública francesa pressionou para que a Guerra Franco-Prussiana acontecesse. Com a ajuda dos demais Estados da Alemanha, os prussianos venceram. A anexação alemã do território da Alsácia-Lorena, contribuiu para o sentimento do revanchismo francês, concretizado na Primeira Guerra Mundial. Assim, a política confusa, sem objetivos concretos de Napoleão, que causou tumulto na Europa, criou o ambiente para tais anexações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bismarck soube aproveitar genialmente as oportunidades que pudessem fortalecer o papel da Prússia na Alemanha e manipulou da mesma forma seus adversários. O Sistema de Metternich havia prejudicado o projeto de unificação alemã da Prússia, visto que preservou o papel dos inúmeros pequenos soberanos alemães na Confederação Germânica. Antes de Bismarck, pensava-se que a unificação alemã só ocorreria através do parlamento e constitucionalmente. A Confederação Germânica só agia em conjunto quando havia uma ameaça externa, como por exemplo, a ambição da França. A postura da Prússia, principalmente durante a Guerra da Criméia, reforçava a convicção de Napoleão de que essa era realmente fraca e incapaz de grandes ações. Durante a Guerra entre a França e a Áustria, criou-se um sentimento antifrancês muito intenso, que a Prússia soube tirar proveito para a união. Além disso, quanto maior era o temor em relação à França por parte dos austríacos, mais vantagens e concessões a Prússia adquiria da Áustria. A Prússia e a Áustria se uniram contra a França, diante da ameaça em relação aos ducados de Elbe de Schleswig e Holstein, que possuíam vínculos com a Dinamarca e eram membros da Confederação. Com a morte do governante e a inação da França, resolveram as questões em relação aos ducados e ocuparam Schleswig-Holstein. Contudo, Bismarck era ambicioso e não queria dividir o poder na Alemanha. Então, travou-se a Guerra Austro-Prussiana, a qual a Prússia venceu com facilidade. No Tratado de Praga de Agosto de 1866, a Áustria teve que se retirar da Alemanha. Dois Estados austríacos foram anexados pela Prússia e Frankfurt. O sucesso militar da Prússia e outros Estados durante a Guerra Austro-Prussiana, deve-se, em grande parte, aos detalhados planos militares antecedentes à guerra, ao crescimento político e econômico. Tal crescimento foi proporcionado pela expansão industrial, facilitada pela produção de carvão, principalmente, ferro, proveniente de territórios como Lorena; sem perder de vista o desenvolvimento da indústria química. Com a unificação do território, os entraves ao comércio entre os Estados foram removidos, possibilitando, após a Guerra, uma explosão de investimentos. O poder da Alemanha fundamentava-se em sua indústria e população. A mão-de-obra crescente nas cidades possibilitava a expansão do proletariado. As áreas industriais desenvolveram-se, podendo destacar as fábricas de armamento localizadas em Ruhr, região de importância até os dias de hoje. A vitória militar prussiana foi possibilitada, dentre outros fatores, à adoção do serviço militar obrigatório, o que possibilitou uma força mais potente.Em oposição aos princípios liberais, um rei prussiano foi coroado ao final do processo de unificação. O Estado adotou o sufrágio universal na eleição do Parlamento Imperial, que efetivamente não controlava o executivo, dando uma impressão de falsa democracia. Além disso, Bismarck retirou o exército da influência do Parlamento, limitando o controle orçamentário desse. Reforçando, com tais medidas, que a Alemanha não era um Estado liberal. Após o sucesso do projeto de unificação, a política externa de Bismarck passou por uma mudança significativa. Essa, assumiu uma posição de isolamento aparente, podendo, assim, vender seu apoio aos outros países; seus verdadeiros interesses limitavam-se às fronteiras alemães. Assim, sua política externa nos anos seguintes foi prudente e estabilizadora. Diante de tais indícios de poder, tanto militares quanto econômicos, apesar da falta de participação popular interna, a Alemanha conservadora, até 1890, possibilitou a preservação da paz no continente. O grande erro de Bismarck, contudo, foi que seus feitos não puderam ser absorvidos pela sociedade como um todo; como o próprio Kissinger diz: “sua grandeza era inassimilável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;Risorgimento&lt;/em&gt; italiano teve como líderes Cavour, Garibaldi e Mazzini, que contribuíram para a unificação de diferentes formas. Cavour, ministro do Rei, expulsou a Áustria da Lombardia; Garibaldi derrubou os Bourbons em Nápoles e reuniu os Estados centrais em um novo reino. Na vitória prussiana contra a Áustria adquiriram Veneza. O ultimo grande desafio italiano era a cidade de Roma, sob a soberania do Papa. Assim, com a derrota francesa pelos prussianos, as tropas italianas ganharam a cidade, sendo a questão resolvida quando o Vaticano tornou-se um Estado independente de soberania da Igreja, em 1929. Apesar do desejo expansionista herdado do Império Romano e o status adquirido com a conquista de Roma, faltaram os recursos financeiros e militares para concretizar um sonho de grandeza. Além disso, a falta de matérias-primas restringiu o desenvolvimento industrial do país, sem esquecer da dicotomia entre norte e sul, um norte em que: a indústria se expandia, a agricultura era rica e os métodos agrícolas modernos; contrastando com o sul: muito pobre,que sofria com a concorrência nortista. Diante de tal divisão, era impossível o estabelecimento de um sistema político coerente no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a unificação alemã e italiana afetou de diversas formas a balança de poder da Europa. A Áustria perdeu territórios de imensa importância, enfraquecendo-se. Buscou a aproximação com a Hungria, formando uma Monarquia Dual: Império Austro-Húngaro. Era um país muito diversificado: várias raças e diversos níveis de desenvolvimento econômico. Além disso, diversos movimentos e idéias estavam surgindo em Viena, como o ideal de “auto-determinação” nacional. O nacionalismo foi o causador da Revolta Grega, da Restauração da Polônia, revoltas no Império Otomano, etc. Na Irlanda, as forças nacionalistas se indispunham no Parlamento, o que causou uma descentralização do Reino Unido e ameaça de guerra civil. A Inglaterra, por sua vez, possuía como prioridades de sua política externa a manutenção da neutralidade belga, a proteção das fronteiras da Índia e de suas rotas. Durante o período, somente a Rússia representou perigo aos ingleses por questões de rotas para a Índia e ambições na China, e antes disso, a Guerra da Criméia. A Rússia estava isolada do Ocidente como a Espanha, e diferenciava-se enormemente da Europa na sua estrutura hierárquica e exclusão de idéias ocidentais, apesar dos progressos industriais, do exército e outros. Durante a Terceira República, que refletiu o conservadorismo da sociedade francesa, esta pôde superar as perdas materiais e se recuperar da humilhação que sofreu; além da recuperação militar. Demonstrou-se como berço da cultura ocidental e, retomou seu lugar de potência. Uma vez que a  idéia de auto-determinação nacional foi aceita como base da organização internacional, pequenos Estados puderam ser autônomos, causando diferenças na balança de poder e dando-lhes uma importância não justificável, como afirmou James Joll em certo trecho de seu livro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111817681277676219?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111817681277676219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111817681277676219' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111817681277676219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111817681277676219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/06/o-impacto-das-unificaes-tardias.html' title='O Impacto das Unificações Tardias:'/><author><name>Amanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12999357780078703859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111790220994504953</id><published>2005-06-02T22:22:00.000-04:00</published><updated>2005-06-04T12:23:29.953-04:00</updated><title type='text'>O Manifesto do Sistema Mundo Moderno</title><content type='html'>O papel do Manifesto do partido comunista  nas relações Internacionais  foi muitas vezes descartado por teóricos das diversas correntes das ciências sociais e Relações Internacionais. Fazendo um contraponto  a esse establishment teórico a cerca de Marx, o Cientista Social Luis Fernandes  em seu  artigo “O manifesto Comunista e o “Elo Perdido” do Sistema Internacional”, ressalta a clara contribuição  do “manifesto” para a constituição de um sistema mundo moderno. Na sua concepção  Marx e Engels  demonstram  através das rupturas históricas, presentes na filosofia clássica alemã, o surgimento do sistema mundo moderno, fruto de um capitalismo global e expansivo que saiu do noroeste europeu e criou um mercado único global.  O grande mérito do “manifesto” esta em articular as contradições  presentes no capitalismo em seu estagio inicial na Europa. Como afirma Luis Fernandes ao mesmo tempo a transição para o capitalismo cria um sistema transnacional, composta por uma matriz de produção lançada a um mercado global em formação, e constitui também  um sistema internacional integrado por “Estados  centralizados soberanos, inicialmente apenas na Europa”. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O sistema mundo moderno, como é revelado no Manifesto, está intimamente relacionado à  expansão global do capitalismo, que de forma “fulminante e avassaladora” suplantou e subverteu  experiências culturais e sociais distintas  de baixo de uma  lógica de mercado único capitalista “ocidental”.  Esse processo acima descrito foi resultado da intensificação dos fluxos comercias presentes nas empreitadas mercantilistas das potências européias nos quatro cantos do mundo. A criação desses novos mercados e fluxos de capitais tornou obsoleto a antiga produção agraria de subsistência presente no feudalismo iniciando assim o processo de transição entre o feudo local para a lógica de produção manufaturera  transnacional das grandes industrias capitalistas do século XIX.  O outro lado da historia, como ressalva Luis Fernandes, está na forma como o manifesto explica a partir desta mesma lógica de acumulação capitalista o surgimento de um sistema internacional. A nova burguesia, fruto dessa ruptura histórica, tornou se cada vez mais poderosa no cenário político devido à suas grandes concentrações e de riquezas e propriedade e a dispersão da antiga classe aristocrática arquitetou  o Estado- nação como um ambiente seguro e favorável à lógica de produção capitalista moderna.  Como obersevam Marx e Engels no manifesto “ os poderes da antiga sociedade feudal foram reunidos em uma só nação, com um só governo, uma só lei, um só interesse nacional de classe, uma só barreira alfandegária”.  Para Luis Fernandes o reconhecimento desses espaços soberanos no tratado de Vestfália em 1648  deu origem ao sistema internacional moderno.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Luis Fernandes vê, porem, uma falia  na metodologia empregada por Marx e Engels no desenvolvimento desse mundo moderno Janus bifronte.  O texto se concentra na face transnacional do mundo capitalista.  Marx  considera “a Inglaterra  [como um] país típico do desenvolvimento econômico da burguesia”,[destinado] a criar o mundo à sua imagem e semelhança”.  Para o luis fernandes isso pressupõe  uma convergência global  para padrões econômicos, políticos, sociais e culturais únicos , ou seja , o manifesto  faz um diagnostico do que hoje é chamado de globalização, mas ao ser ver, apresenta uma visão que para os padrões de hoje aparenta ser muito exagerada. O mercado mundial ainda tem uma forte dependência no Estado nacional.  As culturas do globo são todavia distintas umas das outras apresentando traços locais e nacionais. Nesse contexto fica difícil falar se em uma cultura universal.  Uma forma mais clara de se entender os sistema mundo moderno é combinando esses dois processos e não sobrepondo um ao outro- “a interação de mercados globais e a globalização da forma política do Estado soberano que dá ao sistema internacional a sua configuração contemporânea, marcada por uma distribuição extremamente desigual do poder político, militar, diplomático e econômico”. Contudo, essa afirmação de Luis Fernandes não parece ser mais valida em 2005. Apesar do aparente ressurgimento de algumas forças nacionalistas conservadoras como o atual governo Norte Americano e a recente rejeição da constituição européia tanto na franca como na Holanda, sendo essa uma reação temporária ao longo processo de dissolução das soberanias nacionais, O sistema mundo moderno parece caminhar para o modelo transnacional do capitalismo proposto por Marx e Engles.  A China, por exemplo, é um país politicamente Comunista, mas, no âmbito econômico, cada vez mais segue ao padrão ditado pelo capitalismo mundial. Atualmente o capitalismo também se expande em sua forma política através da democracia liberal, que toma à forca territórios antes fechados  à lógica “ocidentalize se governar,  como um exemplo a tentava americana de instituir à força uma democracia no Iraque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O manisfeto comunista apresenta uma narrativa histórica da criação do sistema moderno  utilizando se das articulações entre os sistemas tranacionais e internacionais analisando as complexas relações entre o interno e externo. Nele estão presentes também ligações entre o político, social e econômico. Justamente essa virtude do manifesto tornou o imperceptível aos olhos lógicos, compartimentalizados e institucionalizados dos moderno teóricos das relações internacionais.  O grande mérito desse texto foi que 150 após Marx e Engles terem escrito no continua como um diagnostico confiável do atual mundo capitalista moderno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111790220994504953?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111790220994504953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111790220994504953' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111790220994504953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111790220994504953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/06/o-manifesto-do-sistema-mundo-moderno.html' title='O Manifesto do Sistema Mundo Moderno'/><author><name>Carlos Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17245465896625916551</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111758952247329981</id><published>2005-05-31T21:29:00.000-04:00</published><updated>2005-05-31T21:32:02.480-04:00</updated><title type='text'>"Se Baña en Sangre de Héroes la Tierra de Colón"</title><content type='html'>O processo de  independência da Colômbia   se fez sob a direção de setores comerciantes criollos que visavam a liberdade de comércio com todas as nações, mas particularmente a Inglaterra. A independência foi finalmente consolidada após a batalha de Boyaca em 1819 criando a República da Gran Colômbia. Em 1863 duas regiões se separaram da Gran Colômbia, que hoje, são as repúblicas da Venezuela e do Equador. Em 1903 a região do Panamá também se separou constituindo a República do Panamá.  A vida política colombiana no século XIX apresentava uma certa estabilidade constitucional se comparada à outros países latino americanos. Não houve ditadores como na Argentina e no México e os Golpes de Estados se Restringiram a  três. Porem haviam varias instabilidade políticas nos âmbitos regionais da Colômbia. Ocorreram oito guerras civis e duas guerras externas com o Equador por causa das fronteiras. Nesse meio termo houve  um domínio quase absoluto do partido conservadores apoiados pelas ideologias reacionárias da Igreja Católica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 1849, depois do domínio quase absoluto dos conservadores, os liberais chegaram ao poder com José Hilário López e, até 1885, mantiveram sua hegemonia política, com breve intervalo. O governo liberal de López pôs em prática uma série de medidas preconizadas pelo programa de seu partido. Em 1850 promulgou-se uma lei de descentralização das rendas públicas. Também em 1850 os jesuítas foram expulsos novamente, pois, tendo voltado à Colômbia em 1844 (depois de sua expulsão no século XVIII), haviam se ligado fortemente aos conservadores. Em 1851 a escravidão foi abolida e as travas impostas ao comércio do tabaco foram eliminadas, assim como todos os impostos de exportação. Outras medidas incluíam o livre acesso a educação, fim do ensino religioso obrigatório. Em 1853 o Estado oficialmente se separou da Igreja Católica. A partir de 1855 a Colômbia era um Estado sem religião oficial.  Essa questão foi duramente criticada  pelos conservadores , que não aceitavam as propostas “materialistas” dos liberais em lugar das “coisa do espírito”. O liberalismo desse período representava os interesses básicos da burguesia comercial. Essa medidas impostas pelo governo liberal de López e continuada pelo governo de Tomas Cipriano Mosquera visavam  uma liberalização do comércio colombiano, principalmente o exterior. Um Estado leigo aos olhos dos liberais seria mais capaz de se inserir no âmbito do comércio internacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Contudo houve vários impedimentos ao crescimento econômico durante os governos liberais. Em 1853, os artesãos, cuja produção estava sendo cada vez mais prejudicada pela concorrência da produção inglesa, decidiram apresentar ao governo liberal, ao qual tinham dado apoio de forma decisiva à época das eleições, uma solicitação de aumento das tarifas aduaneiras. Com a negativa do Parlamento, começou uma insurreição nas ruas de Bogotá. O general José Maria Melo, ligado aos setores populares de Bogotá, liderou um golpe com o apoio dos artesãos, em 17 de abril de 1854. Elevou as tarifas aduaneiras e exigiu empréstimos dos ricos proprietários de Bogotá para resolver os problemas fiscais. Contra ele, comerciantes e fazendeiros uniram-se, armaram um exército e o derrubaram, em seguida, uma repressão sangrenta. Na memória dos setores dominantes ficou a imagem dessa rebelião, ligada às idéias dos socialistas utópicos, como um fantasma atemorizante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Os conflitos  sociais se agravaram que juntam metendo com o declínio das exportações e da produção de tabaco acarretaram numa economia enfraquecida e volátil. Entretanto, esse Estado liberal entrou em crise nos anos 70. Um novo projeto, chamado de Regeneração, com uma marca conservadora bastante evidente, veio pôr em cheque o Estado liberal. O lema dessa nova investida conservadora propunha se “sacrificar a liberdade  para conseguir o desenvolvimento econômicos”.  A Igreja voltou a ter seus bens e a religião Católica voltou a ser oficial. O poder era novamente centralizado nas mãos do executivo.  Os grandes fazendeiros do café foram os patrocinadores desse projeto centralizador, que pretendia desenvolver um sistema barato e estatal de crédito e garantir uma infra-estrutura de exportação. Do ponto de vista político os senadores e o presidente passaram a ser eleitos pelo sufrágio indireto. De forma muito diferente da ocorrida no México, na Colômbia as idéias positivistas pouco penetraram. Ideologicamente, a Igreja foi a vencedora e em nome dela propunham-se o progresso material e o advento da "civilização das luzes". As classes proprietárias viram na Igreja conservadora a única força ideológica capaz de manter a ordem social. É importante frisar que até hoje a influência da Igreja na Colômbia é extraordinária e que ela se destaca, no quadro das Igrejas da América Latina, como uma das mais conservadoras e tradicionais. O fim do século XIX na Colômbia foi marcado pelo o retorno do poder absoluto dos conservadores presentes na política colombiana desde 1819.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111758952247329981?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111758952247329981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111758952247329981' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111758952247329981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111758952247329981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/se-baa-en-sangre-de-hroes-la-tierra-de.html' title='&quot;Se Baña en Sangre de Héroes la Tierra de Colón&quot;'/><author><name>Carlos Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17245465896625916551</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111757604730372609</id><published>2005-05-31T17:10:00.000-04:00</published><updated>2005-05-31T17:47:27.316-04:00</updated><title type='text'>"Já podeis da Pátria Filhos/ Ver contente a mãe gentil;/ Já raiou a liberdade/ No horizonte do Brasil"</title><content type='html'>Ontem, dia 7 de setembro de 1822, o Brasil tornou-se independente de Portugal. Dom Pedro, que há muito resistia às medidas antiliberais vindas de seu país de origem, bravamente proclamou a independência. O nosso jornal ouviu com exclusividade o testemunho do mensageiro Paulo Bregaro, mandado por José Bonifácio para colocar o príncipe-regente a par das notícias recém-chegadas da Corte, com seus comentários e os de Dona Leopoldina, que o substituía em sua ausência: “consegui encontrá-lo a tarde, quando ele retornava de Santos, às margens do riacho Ipiranga. Ao ler as notícias, irritou-se, e bradou a os gritos de “Independência ou Morte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação de Dom Pedro marcou um processo que se iniciara com o enfraquecimento do sistema colonial, o que ficou claro em movimentos como a Inconfidência Mineira de 1789, a Conjuração Baiana de 1798 e a Revolta Pernambucana de 1817. A instalação da Corte portuguesa no Brasil em 1808 contribuiu de maneira definitiva para esse processo. As ações tomadas por Dom João em virtude dessa mudança também foram importantes para cortar os vínculos coloniais e integrar o país aos principais centros econômicos do desenvolvimento capitalista, especialmente estreitando os laços com a Inglaterra: a Abertura dos Portos às “nações amigas”, a revogação da proibição de se instalarem manufaturas e indústrias, os Tratados de 1810, a elevação da colônia a Reino Unido e Algarves, entre muitas outras. Contudo, a Revolução do Porto em Portugal levou Dom João VI de volta ao continente europeu e mostrou as intenções lusas antiliberais em relação ao Brasil ao buscar recuperar seus interesses comerciais. É exigido também o retorno de Dom Pedro, que anunciou que não o faria no dia 9 de janeiro deste ano, dia que alguns já chamam de Dia do Fico. A partir daí, uma série de medidas foram tomadas dos dois lados, criando um estado de tensão que teve seu auge no dia de ontem, com o rompimento definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia da independência não causou grande espanto. Pelas ruas da cidade, discute-se sobre qual será a reação lusa. Em relação ao futuro do país, um proprietário de terras que fez questão de ressaltar a importância da colaboração entre Dom Pedro e o Partido Brasileiro, comentou: “finalmente nos soltamos das amarras coloniais que procuravam acabar com a autonomia que nos havia sido concebida. Aquilo era inadmissível. Finalmente o Brasil poderá se integrar ao cenário internacional e desenvolver plenamente seu potencial”. No momento, várias questões estão em aberto, e fontes do governo nos contam que as próximas preocupações são como obter o reconhecimento internacional da independência e a elaboração de uma constituição. Aconselhamos ao leitor que se mantenha atento ao desenrolar dos fatos, pois, embora haja atualmente inúmeras incertezas, é certo que estamos vivenciado dias históricos para a nação brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111757604730372609?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111757604730372609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111757604730372609' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111757604730372609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111757604730372609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/j-podeis-da-ptria-filhos-ver-contente.html' title='&quot;Já podeis da Pátria Filhos/ Ver contente a mãe gentil;/ Já raiou a liberdade/ No horizonte do Brasil&quot;'/><author><name>Anna Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16361145885475300888</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111698479801477356</id><published>2005-05-24T21:15:00.000-04:00</published><updated>2005-05-24T21:37:40.860-04:00</updated><title type='text'>A Promessa Latina</title><content type='html'>(Resumo – A Política Internacional e a Independência da América Latina - Waddel)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   As causas para as independências latinas foram inúmeras, destacando-se algumas: ideologia da Revolução Francesa; revolta de escravos em Saint-Domingue, que causou grande apreensão na América e a revolta dos criollos nas colônias. Na América Espanhola, somam-se a esses fatores, a revolta causada pela ascensão de José Bonaparte ao trono espanhol. No caso de Brasil, depois de tornar-se Reino Unido, era impossível retornar ao status de colônia de Portugal; o que acelerou o processo de independência. Em 1820, a Doutrina Monroe é anunciada: “América para os americanos”. Tal doutrina, visava repreender qualquer interferência européia que pudesse oprimir ou controlar os governos americanos. Assim, as pretensões de potências como Inglaterra e França não poderiam decretar os rumos do continente. De qualquer forma, as posturas das potências européias diante dos movimentos de independência, proporcionaram grande autonomia ao Novo Continente, visto que vários países de importância como EUA e Inglaterra sustentaram uma política de neutralidade por vários anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O processo que culminou na independência da América Espanhola deveu-se, em grande parte, ao turbilhão causado por Napoleão Bonaparte na Europa. Quando José Bonaparte subiu ao trono espanhol, as potências sentiram-se ainda mais ameaçadas pelos franceses, que agora detinham grande poder no Novo Mundo. As colônias espanholas sentiam repulsa pelos franceses e ao mesmo tempo temiam-nos, o que acabou por estimular o movimento autonomista liderado pelos criollos. Quando o Antigo Regime foi restaurado, a política legitimista que as principais potências adotaram, impediu um apoio efetivo por parte dessas aos movimentos rebeldes da América Latina. A Inglaterra, apesar de não fazer parte da Santa Aliança, era aliada contra a ameaça bonapartista, o que a encaminhou a uma diplomacia neutra diante dos fatos. Assim, não criaria hostilidades com a Espanha e protegeria o comércio e os bens de cidadãos ingleses no território latino. Aos olhos espanhóis, a política de neutralidade inglesa tratava-se de uma ingratidão, era algo visto com desconfiança por eles. Os ingleses passaram a agir a partir do momento em que as independências tornaram-se questão de tempo e diante da impossibilidade da Espanha aceitar suas propostas de concessões aos latinos e ao comércio, começando por reconhecer navios com bandeiras sul-americanas em seus portos. Ao fim do processo, a Inglaterra desfrutou de boas relações com as novas nações e livrou-se de uma grave crise com a Espanha.A França, principal desconfiança européia no período, estava comprometida com a política da legitimidade, pressionou de forma que a Espanha aceitasse, primeiramente, o reconhecimento das independências de suas colônias. Países como Rússia e Áustria, principais defensores da legitimidade, que possuíam poucos interesses na América, viam as novas nações como ilegítimas. A Prússia, por sua vez, que possuía interesses comerciais no continente, agia cautelosamente diante do conceito de ilegitimidade imposto às  nações americanas. Os EUA, que ainda não detinham poderes para agir unilateralmente, só ousaram interferir quando os problemas encontravam-se situados próximos às suas fronteiras. A rivalidade anglo-americana, tida por alguns como inevitável, nunca assumiu bases reais na América do Sul. Tal rivalidade ocorreu na América Central, depois da descoberta de ouro na Califórnia, diante da travessia para o Pacífico e pela influência no México. Além disso, a poderosa marinha inglesa pôde deter a expansão das relações comerciais americanas durante a Guerra Anglo-Americana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A independência do Brasil assumiu um caráter único, diferenciado do resto da América Latina.Em 1808, com a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, diante do Bloqueio Continental feito por Bonaparte, o país foi elevado à Reino Unido, causando transformações significativas no período, e a revolta quando Portugal exigiu a volta de seu rei e o restabelecimento da situação brasileira como colônia. Diante de tais fatos, a Independência do Brasil tornou-se inevitável. A Inglaterra, por sua vez, considerava que como havia transferido a Corte Portuguesa para o Brasil, possuía créditos na independência do país. Além disso, a Inglaterra foi mediadora nas conversações sobre as condições de independência entre Portugal e Brasil. Diante de tal auxílio, deveria possuir melhores condições comerciais, ao menos manter os privilégios do Tratado de 1810, e maior influência no país. Em troca do reconhecimento da nação brasileira por parte da Inglaterra, o Brasil deveria abolir totalmente o tráfico negreiro. Porém, diante dos interesses econômicos vigentes, o governo brasileiro não pôde concordar com a abolição instantânea da escravatura.A exigência inglesa da abolição em troca do reconhecimento, causou revolta no Brasil, o que fez com que D.Pedro perdesse muito apoio e o levou a abdicar ao trono. A abolição final da escravatura deveu-se, principalmente, à opinião pública brasileira e a maior autoridade do governo de efetivar suas medidas. Isso demonstra, que apesar das fortes relações comerciais com a Inglaterra, essa não exercia total influência na política brasileira. Para o Brasil, não houve o problema da legitimidade, pois o imperador D.Pedro era também herdeiro do trono de Portugal ; não enfrentando, então, os principais problemas de reconhecimento da América Espanhola. Contudo, diante da política legitimista, Metternich procurava uma solução que não fosse a total separação do país ou a submissão completa, algo intermediário, visto que a Áustria possuía razões dinásticas para envolver-se: a princesa Leopoldina, esposa de D.Pedro, era uma Habsburgo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A postura européia de não-reconhecimento impediu o estabelecimento de relações regulares imediatas do continente europeu com a América Espanhola, porém favoreceu o comércio, o que realmente interessava aos europeus. As lutas de San Martín e Bolívar abriram o comércio do Chile, da costa peruana, da Colômbia e México, proporcionando um crescimento das relações comerciais com a Europa. Contudo, o Velho Continente superestimou os lucros que obteria do comércio com os latino-americanos. Tal política das potências, em que nem a França nem a Espanha podiam  estabelecer um controle efetivo nas colônias, e em que os EUA e a Inglaterra evitavam intervenções; ofereceu às colônias espanholas a oportunidade de escolher seus futuros rumos. As independências, entretanto, não alteraram os rumos das relações internacionais; o papel das novas nações foi secundário durante todo o século XIX.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111698479801477356?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111698479801477356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111698479801477356' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111698479801477356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111698479801477356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/promessa-latina.html' title='A Promessa Latina'/><author><name>Amanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12999357780078703859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111656063743595729</id><published>2005-05-19T22:42:00.000-04:00</published><updated>2005-05-19T23:43:57.440-04:00</updated><title type='text'>DA GUERRA À GLORIA</title><content type='html'>A guerra civil pela qual os EUA esteve lutando durante os últimos 4 anos recebe finalmente um ponto final em sua história. Ontem, 9 de Abril de 1865, os Estados Confederados renderam-se em Appomattox. O saldo da Guerra é de mais de 600.000 mortos, o sul totalmente devastado, e um crescente ódio racial nas regiões. O estopim deu-se no conflito de dois modelos econômicos antagônicos entre os estados do sul dos EUA - os quais eram majoritariamente latifundiários, escravistas e aristocratas - contra os estados do norte - predominantemente industrializados e abolicionistas. O estados do norte já vêm em uma rápida expansão econômica graças à industrialização, à proteção ao mercado interno e à mão-de-obra livre e assalariada. Porém os estados do sul também têm sua importância econômica, uma vez que 57% da economia nacional depende das exportações do algodão sulista. Os desentendimentos entre nortistas e sulistas já vinham desde a Revolução Americana de 1776, visto que o norte se constituía basicamente de uma população com uma cultura menos tradicionalista, menos aristocrática, muito trabalhadora e ambiciosa - daí o notório desenvolvimento econômico nos anos seguintes - ao contrario da população sulista que, no geral, sua elite era mais propensa aos luxos aristocráticos proporcionados pela oligarquia escravista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim do conflito, porém, também tem seu lado ruim. O sul permanece ocupado e começamos a presenciar o surgimento de sociedades como a Ku Klux Klan, que defendem a segregação racial visto que há o surgimento de uma crescente massa de negros marginalizados. Pior ainda, não há nenhuma previsão por parte do governo para promover sua integração profissional e econômica na sociedade. A economia sulista já não detém mais o monopólio mundial do algodão. Mesmo com tais pontos negativos que começam a surgir com o fim da guerra, a crescente urbanização das terras do oeste e das áreas centrais vem contribuindo para o crescimento da economia como um todo. No norte, devido ao esforço de guerra principalmente, houveram ganhos e desenvolvimentos tecnológicos em diversos campos. E, principalmente, apesar de toda a destruição causada pela guerra civil, criou-se um sentimento de pátria e nacionalidade jamais vistas até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União americana por fim atingiu a coesão profetizada pelos nosso pais fundadores. Com um governo federal fortalecido após a rendição dos confederados a nação americana poderá cumprir seu destino manifesto. A dissolução da divisa Mason–Dixon foi apenas o primeiro passo na grande expansão americana. A vitoria do general Grant já é vista por muitos cientistas políticos como um estopim para a expansão meteórica dos EUA- “o temor de um sul escravocrata mais forte acabou, portanto, as portas estão abertas para um processo de anexação das terras de nosso imenso continente”- disse um renomado especialista de Nova York. O fim da guerra civil parece mesmo apontar para uma política externa mais agressiva nas próximas décadas. Um exemplo desse novo momento da historia americana é a real possibilidade da anexação de Cuba, República Dominicana e Haiti, países esses que são o alvo dos discursos expancionistas do Secretario Seward. A guerra civil -que ontem se finalizou- pode representar o fim da construção de uma nação e o inicio de uma grande potência no continente americano e, quiçá, no mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111656063743595729?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111656063743595729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111656063743595729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111656063743595729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111656063743595729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/da-guerra-gloria.html' title='DA GUERRA À GLORIA'/><author><name>Carlos Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17245465896625916551</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111636417137048512</id><published>2005-05-17T17:06:00.000-04:00</published><updated>2005-05-17T17:09:31.370-04:00</updated><title type='text'>Rios de sangue derramados na primeira guerra total da humanidade</title><content type='html'>O filme Cold Montain não se foca na Guerra Civil em si; é uma história de amor que tem começo na cidade da Carolina do Norte que dá nome à película. O conflito da trama ocorre quando Inman vai para a guerra defender a Confederação, e nesse momento já fica claro no filme a forte motivação que movia os sulistas, dispostos a lutar até a morte. A batalha inicial da obra demonstra como o embate foi violento; segundo Barrington Moore, foi “um dos conflitos mais sangrentos da história moderna”. Essa mobilização mostra que essa foi uma Guerra Total, que envolveu a sociedade toda. Divine justifica esse caráter da guerra afirmando que “o Norte só poderia atingir seus fins de restaurar a União se derrotasse o Sul por completo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das táticas do Sul também são levemente mostradas, como a estratégia defensiva e de procurar vitórias repentinas e decisivas: o objetivo era “cansar” o Norte até sua desistência. O uso de ferrovias para o transporte de tropas e de suprimentos foi uma inovação. Embora fosse o lado obviamente mais motivado, pois seus líderes inflamavam o povo dizendo que lutavam contra a invasão dos ianques, a previsão inicial de que no Norte havia muito mais características que lhe conferiam chance de vitória acabou se confirmando. A economia sulista não conseguia corresponder às necessidades do conflito, ao contrário da nortista, que era auto-suficiente em armas e navios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dinheiro e as terras do Sul foram desvalorizados. Os Confederados sofriam sucessivas derrotas, o que acabou derrubando o moral dos soldados. Segundo Divine, “os brancos que não tinham escravos estavam ficando desiludidos com as dificuldades da guerra que alguns classificam como ‘a guerra dos homens ricos que os homens pobres têm que lutar’”. Na crise que o Sul enfrentava durante o conflito,outro aspecto que também é destacado na película é a falta de gêneros alimentícios causada pelos bloqueios do Norte somados à escassez de mão-de-obra para trabalhar no campo. Essas foram algumas das principais razões que levaram à diminuição do apoio popular, ocasionando deserções, que é justamente o que Inmam faz. Ao contrário do que o filme deixa transparecer, esse “abandono” era mais comum no Norte que no Sul, que comparativamente formava um grupo mais coeso. Para combater essa prática, houve rígido policiamento interno dos dois lados. Confirmando o caráter de Guerra Total do conflito, o Sul saiu arrasado e morreram mais de 600 mil pessoas na guerra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111636417137048512?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111636417137048512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111636417137048512' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111636417137048512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111636417137048512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/rios-de-sangue-derramados-na-primeira.html' title='Rios de sangue derramados na primeira guerra total da humanidade'/><author><name>Anna Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16361145885475300888</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111636391192875569</id><published>2005-05-17T17:00:00.000-04:00</published><updated>2005-05-17T17:08:15.746-04:00</updated><title type='text'>"The power, virtue and glory of the United States"</title><content type='html'>Os capítulos 3 e 5 do livro &lt;em&gt;From Wealth to Power&lt;/em&gt; de Fareed Zacaria narram períodos diferentes da política externa americana. O capítulo três afirma que os EUA apresentavam grande potencial para alcançar a velha ambição expansionista; essa era a vontade tanto do executivo quanto do legislativo, mas rachas entre os dois fizeram com que os feitos da época nesse sentido tenham sido modestos. Além disso, era difícil levantar recursos para despesas que não beneficiavam diretamente o Congresso. O autor, no capítulo 5, procura provar a sua tese ao mostrar que, uma vez que essas dissidências foram superadas, o país conseguiu finalmente, através de uma interpretação mais ampla da Doutrina Monroe, fazer inúmeras intervenções e conseguir áreas de influência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111636391192875569?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111636391192875569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111636391192875569' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111636391192875569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111636391192875569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/power-virtue-and-glory-of-united.html' title='&quot;The power, virtue and glory of the United States&quot;'/><author><name>Anna Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16361145885475300888</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111534617010794679</id><published>2005-05-05T22:20:00.000-04:00</published><updated>2005-05-05T22:39:54.193-04:00</updated><title type='text'>"Nós, O Povo, Da Elite Burguesa Norte Americana..."</title><content type='html'>A Constituição Norte-americana é a lei mais importante dos Estados Unidos da América. Com o término de sua elaboração em 17 de setembro de 1787, foi adotada na Conversão Constitucional na Philadelphia, Pennsylvania, e mais tarde ratificada por convenções em cada um dos treze estados de então. Com a constituição, criou-se um governo mais unificado em lugar do que era antes um grupo de estados semi-independentes. Seu propósito era estabelecer parâmetros jurídicos e burocráticos no intuito de consolidar um governo central e coeso. Foi uma das primeiras constituições  baseadas nos fundamentos iluministas que, nos anos pós-Revolução Francesa, serviu de modelo para constituição para várias outras nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Partindo de uma abordagem formal, sua grande virtude é sua linguagem prática e direta. Composta por sete artigos bem sintéticos, consegue definir de forma geral a composição das leis, a estrutura do Estado e os direitos básicos dos cidadãos. Através desses mecanismos, o documento dispõe de uma vida útil extremamente longa pois é extremamente flexível nas suas interpretações; nos duzentos e dezoito anos desde sua ratificação, sofreu apenas poucas alterações através de emendas constitucionais. O Brasil, no seus 182 anos de independência, criou sete constituições diferentes. Por outro lado, a constituição americana, analisando seu conteúdo sob uma perspectiva marxista, é apenas um documento baseado nos princípios iluministas da classe burguesa, que cria um novo estado desvinculado politicamente da Inglaterra, visto que os antigos laços econômicos e políticos com a metrópole não mais interessavam as classes dominantes do novo mundo. A preocupação com a defesa dos interesses de uma classe dominante transparece claramente quando nota-se que em todo o texto da constituição, embora impregnado de idéias liberais, em momento algum trata de direitos sociais. Torna-se um tanto paradoxal a contraposição das idéias que se diz defender no primeiro parágrafo do documento com fatos tais como a existência da escravidão em grande parte do território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Constituição dos EUA, apresentando uma vasta possibilidade de interpretações devido a sua estrutura e com vagas abordagens sobre aspectos sociais,  é um documento único na história dos grandes acontecimentos políticos. Ela marca o início de uma série de revoltas e revoluções imbuídas das novas idéias liberais e iluministas. Porém, para certas parcelas da população a Constituição foi apenas um documento que reafirmava sua submissão ao estado, uma vez que o antigo sistema nunca chegou ao fim para essas camadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111534617010794679?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111534617010794679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111534617010794679' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111534617010794679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111534617010794679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/05/ns-o-povo-da-elite-burguesa-norte.html' title='&quot;Nós, O Povo, Da Elite Burguesa Norte Americana...&quot;'/><author><name>Carlos Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17245465896625916551</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111395307870252727</id><published>2005-04-19T18:44:00.000-04:00</published><updated>2005-04-19T19:24:38.703-04:00</updated><title type='text'>"Nós dormimos sobre um vulcão"</title><content type='html'>Concerto Europeu - reuniões periódicas entre as potências para lidar com os problemas da Europa à medida que eles iam surgindo. Procura evitar outra guerra e abafar os movimentos nacionalistas. Nesse temor contra um inimigo comum, assim definido por Henry Kissinger, “essa série de congressos marcou as etapas de uma tentativa de organizar a Europa sob a tutela das grandes potências”. Congressos:&lt;br /&gt;            -Aix-la-Chapelle(1818)- Embora várias questões tenham sido consideradas, uma revisão da situação francesa foi o único feito. Ao admitir formalmente a França no Concerto, pode-se dizer que o episódio das Guerras Napoleônicas foi liquidado. Foram discutidas também as intervenções e a questão da América Espanhola.&lt;br /&gt;            -Troppau(1820)- Analisaram a situação da Itália, já inflamada pelo liberalismo e continuaram a discutir sobre a América.&lt;br /&gt;            -Laibach(1820-21)- O resultado dessa e da última reunião foi um mandato para que a Áustria restaurasse a ordem na Itália. Foi levantada a questão sobre o mérito e a legitimidade de intervenção de um estado nos assuntos de outros.           &lt;br /&gt;            -Verona(1822)- O foco principal foi a Espanha. A Rússia estava disposta a agir, mas o exército russo marchando pelo continente era algo indesejável, logo, a incumbência foi dada à França. Ao se opor à intervenção, o Reino Unido se retira do Concerto, e isso marca o início do seu isolamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independência da Grécia(1830)– O processo de independência inspirou nacionalistas e liberais de diversos países, principalmente, despertou o nacionalismo do povo balcânico. O movimento pôde ser identificado com as idéias da esquerda européia: o povo colocou-se contra o seu opressor. O comércio de cereais pelo Mar Negro conduziu os gregos ou helenizados aos centros europeus e fortaleceu suas ligações com a Rússia. Devido ao contato com esses povos, os ideais da Revolução Francesa se enraizaram. Representou o início do fim da Santa Aliança, o enfraquencimento do Império Turco Otomano e o início das tensões entre Rússia e Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independência do Egito -  O nacionalismo no Oriente foi influenciado pela conquista ocidental, sendo o primeiro movimento nacionalista colonial. A conquista do Egito por Napoleão enraizou os ideais, os métodos e as técnicas ocidentais. Mohammed  Ali conseguiu o poder e a independência da Turquia no período anterior à retirada francesa. Tornou-se déspota e impôs um processo de ocidentalização, com a ajuda estrangeira. Os saint-simonianos auxiliaram financeiramente o Canal de Suez, iniciando a dependência egípcia, devido a grandes empréstimos, aos grupos trapaceiros europeus. Tal fato levou o Egito a situação de centro de rivalidade imperialista e, mais tarde, de rebelião antiimperialista. Dessa forma, o processo de ocidentalização de Ali, culminou no nacionalismo posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independência da Bélgica – Em 1830 a Bélgica tornou-se independente do Reino dos Países Baixos, influenciada pela Revolução do mesmo ano ocorrida na França. Sua independência foi proclamada e aceita na Conferência de Londres pelas grandes potências. Serviu aos interesses de segurança da Inglaterra, que a apoiou muito no processo de independência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guerra da Criméia (1853-1856) - única guerra que envolve as potências entre o Congresso de Viena e a Primeira Guerra Mundial. Com a oposição inglesa ao interesse russo de ter uma saída para mar quente, a Inglaterra tratou de colocar a Criméia contra a Rússia e de se aliar com os franceses, que entraram na guerra procurando recobrar o prestígio. É possível afirmar que marcou o fim do Concerto Europeu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111395307870252727?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111395307870252727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111395307870252727' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111395307870252727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111395307870252727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/04/ns-dormimos-sobre-um-vulco.html' title='&quot;Nós dormimos sobre um vulcão&quot;'/><author><name>Anna Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16361145885475300888</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111214126731323085</id><published>2005-03-29T20:03:00.000-04:00</published><updated>2005-03-29T20:07:47.320-04:00</updated><title type='text'>Liberdade, Igualdade e Fraternidade</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;1. A Revolução Francesa foi um acontecimento estritamente burguês. Tal classe organizou os camponeses para lutarem a favor dos seus ideais. Esses eram baseados no liberalismo clássico, e delineados na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, que era um manifesto contra a sociedade hierárquica. No fundo, seus interesses não eram tão radicais quanto propagavam às massas. Sua participação foi fundamental tanto no evento que marcou o início da Revolução, ao armar as massas para tomar a Bastilha, quanto na articulação política subseqüente, que foi complexa porque havia interesses divergentes entre a pequena e a grande burguesia, que ainda teve que conter as aspirações do povo e da nobreza.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,sans-serif;"&gt;2. É errado afirmar que a feudalidade existia na sociedade francesa no sentido medieval, mas, tanto para camponeses quanto para burgueses, esse termo designava uma realidade que lhes era familiar: direitos feudais, autoridade senhorial, etc. Essas características não mostravam sinais de que iam deixar de existir, ou mesmo serem aliviadas em breve; ao contrário, a Revolução Aristocrática veio buscar a preservação do status político e dos privilégios sociais da nobreza. Ao mesmo tempo, estavam ocorrendo mudanças econômicas incompatíveis com a ordem que reinava. Daí veio a necessidade pela Revolução Francesa, que foi bem-sucedida em varrer todos os vestígios da feudalidade e abrir caminho para o capitalismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111214126731323085?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111214126731323085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111214126731323085' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111214126731323085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111214126731323085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/03/liberdade-igualdade-e-fraternidade.html' title='Liberdade, Igualdade e Fraternidade'/><author><name>Amanda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12999357780078703859</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111197075001972967</id><published>2005-03-27T20:45:00.000-04:00</published><updated>2005-03-27T20:45:50.020-04:00</updated><title type='text'>Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.</title><content type='html'>1) Baseado na leitura do texto de Hobsbawn,  " A Era das Revoluções",&lt;br /&gt; discuta o papel da burguesia na Revolução Francesa?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Porque Soboul em " A Revolucão Francesa"  afirma que a Revolução Francesa é uma etapa necessária da transição do feudalismo para o capitalismo?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 3) Destaque, no longo prazo, a importância do período do terror jacobino e da radicalizacao revolucionária, para o impacto que a Revolução Francesa teria na história dos séculos seguintes, segundo a perspectiva de Hobsbawn em "Ecos da Marselhesa"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Cada grupo só precisa responder a DUAS das tres perguntas, sendo que a primeira é obrigatória.  Cada pergunta deve ser respondida em apenas um parágrafo.  Deadline: Terça, 29/03, meia-noite. Bom trabalho a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111197075001972967?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111197075001972967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111197075001972967' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111197075001972967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111197075001972967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/03/tarefa-6-allons-enfants-de-la-patrie.html' title='Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111152534350804807</id><published>2005-03-22T17:55:00.000-04:00</published><updated>2005-03-22T19:01:35.056-04:00</updated><title type='text'>O Fim da Guerra dos Trinta Anos</title><content type='html'>Após trinta anos de conflito, a guerra que se inicio em 1618 terminou ontem ; dia 24 de outubro de 1648. As conferências de paz que já duravam quarto anos foram encerradas com três tratados independentes no chamado "Armistício de Vestfália". Os discípulos de Lutero com o auxílio do Cardial Richelieu chegaram enfim a paz junto ao principal poder do império sacro-romano. A impensável união franco-sueca foi capaz de abalar o poderio dos Habsburgos da Áustria.&lt;br /&gt;O conflito teve início no dia 23 maio de 1618, quando nobres, protestantes da igreja de Lutero, jogaram pela janela representantes do imperador; pois, os próprios, tinham ordens para fechar as igrejas protestantes da cidade de Praga , na Boêmia. Sentido sua hegemonia ameaçada, a igreja católica, controlada pelos Habsburgos da Áustria, mandou as forças imperiais invadirem a Boêmia, o que ocasionou na derrota do Rei protestante Frederico V. Houve então uma proibição, por parte da igreja católica, de toda liberdade religiosa. Os direitos conquistados pelos protestantes na Paz de Augsburgo em 1555 foram desconsiderados. Vários principados protestantes sentiram se ameaçados por essa nova afronta do Império Sacro e declaram guerra ao poder dos Habsburgos.  Entre os Alinhados aos protestantes germânicos estavam os Suecos e os Franceses, como também outros. A França que em sua grande maioria era catolica, lutou com os protestantes para derrubar os Habsurgos. O Cardial Richelieu, que então governava a França, buscava transformar seu Reinado em uma potência européia. Para que isso podesse ser realizado as pretensões hegemônicas dos Habsburgos precisavam ser contidas. Richelieu citou a "raison d'état" ou razão de Estado para se opor aos católicos austriacos. Por esta postura de Richelieu  alguns especialistas consultados por esta publicação vêem a guerra como tendo motivações políticas e não religiosas. Em 1641 , após longos anos de conflitos e um grande número de vítimas, ambas as partes decidiram começar a organizar um armistício.&lt;br /&gt;Ao decorrer desses 7 anos foram discutidos e assinados vários acordos visando o fim da guerra. Ontem, dia 24, as conferências de paz foram encerradas e declarada "a paz de Vestfália". Nela foram assinados os tratados de Osnabrück( entre o imperador do Império Sacro Romano e o Rei da Suécia) e o tratado de Münster( entre o a França e o Império Sacro). Os principais resultados da "paz de Vestfália" foram : a autonomia dos suíços e holandeses;A redução do poder da dinastia Habsburg , em favor do dos príncipes e dos membros do Reinado; o império a manutenção da constituição federalista do império;  católicos e protestantes passaram a ser considerados iguais ; com os mesmos direitos religiosos. A França, disseram alguns dos entrevistados , foi a grande "vencedora" ampliando sua influência pelo continente europeu e quebrando a hegemonia dos Habsburgos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111152534350804807?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111152534350804807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111152534350804807' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111152534350804807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111152534350804807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/03/o-fim-da-guerra-dos-trinta-anos.html' title='O Fim da Guerra dos Trinta Anos'/><author><name>Carlos Eduardo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17245465896625916551</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-111110996732269785</id><published>2005-03-17T21:37:00.000-04:00</published><updated>2005-03-17T21:39:27.330-04:00</updated><title type='text'>Divergências sobre Vestfália</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;A Paz de Vestfália, estabelecida em 1648, é essencial no estudo das Relações Internacionais. Seu firmamento, que veio para acabar com a Guerra Dos 30 Anos, foi considerado um marco na questão da soberania. Representantes de vários estados concordaram com o &lt;i&gt;cujus regio ejus religio, &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;que quer dizer que&lt;/span&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;cada&lt;/span&gt; rei seria responsável por escolher a religião de seu povo. Contudo, afirmar que o Acordo de Vestfália foi um marco, é gerar polêmica entre especialistas, e é exatamente essa polêmica que vai ser analisada nesse resumo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Adam Watson tem uma abordagem histórica, discorrendo sobre os fatos que antecederam e sucederam o acordo em questão. Ao deixar claro as diferenças entre as relações entre estados pós e pré-Vestfália, ele evidencia que acredita que o tratado foi um marco que alterou para sempre o cenário internacional. O autor também descreve noções que foram criadas depois do reconhecimento, como o nacionalismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Stephen D. Krasner argumenta  procurando mostrar que, ao contrário da tese de Watson, o conceito de soberania não foi criado em Vestfália, e sim foi um processo que estava ocorrendo na Europa, inclusive citando um outro tratado da época onde também há a idéia de um reconhecimento entre países. Diz que há demonstrações do conceito de soberania antes do acordo, assim como existem modelos pré-feudais após 1648. Com esse afirmação, derruba a idéia de um &lt;i&gt;turning point &lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;na história ocidental.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, sans-serif;"&gt;Ambos concordam, contudo, que alguns dos conceitos de Vestfália não foram atingidos plenamente até hoje, como um conceito supremo de auto-determinação.  Em suma, o traço fundamental de diferença entre os dois, é na visão de Vestfália como marco ou como processo. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-111110996732269785?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/111110996732269785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=111110996732269785' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111110996732269785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/111110996732269785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/03/divergncias-sobre-vestflia.html' title='Divergências sobre Vestfália'/><author><name>Anna Carol</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16361145885475300888</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11167798.post-110971017138604391</id><published>2005-03-01T16:49:00.000-04:00</published><updated>2005-03-04T20:36:50.496-04:00</updated><title type='text'>O suicida</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/226/3773/640/castlereagh.1.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/226/3773/320/castlereagh.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo que conquistou, Castlereagh não era muito popular em seu país, como mostra esse trecho de um poema de Lord Byron: Posterity will ne'er survey A nobler grave than this:&lt;br /&gt;Here lie the bones of Castlereagh:&lt;br /&gt;Stop, traveller, and piss&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11167798-110971017138604391?l=castlereagh.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://castlereagh.blogspot.com/feeds/110971017138604391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11167798&amp;postID=110971017138604391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/110971017138604391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11167798/posts/default/110971017138604391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://castlereagh.blogspot.com/2005/03/o-suicida.html' title='O suicida'/><author><name>Dominique</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18067597834368032699</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
